quinta-feira, 13 de maio de 2021

Desemprego - 1º Trim 2021



 

sábado, 17 de abril de 2021

Indicador de Atividade Económica (IAE) - fevereiro de 2021


 O IAE- Açores é um indicador compósito coincidente, construído para acompanhar a evolução do estado geral da economia regional no curto prazo, a partir de séries de referência escolhidas como proxy da atividade económica regional. As séries utilizadas na construção deste Indicador são: “Leite entregue nas fábricas”, “Gado Abatido”, "Pesca Descarregada”, “Produção de Energia”, “Produção de Produtos Lácteos”, “Consumo de Energia na Indústria”, “Venda de Cimento”, “Empregados na Construção Civil”, “Passageiros Desembarcados Via Aérea”, “Dormidas na HT, TER e AL”, “Empréstimos Bancários”, “Operações TPA” e “Levantamentos Multibanco”.

 

Segundo o SREA, os dados apresentados neste Destaque são valores ajustados da sazonalidade, calibrados pela variação do PIB e alisados pelo método de médias móveis de 3 meses.


        Ainda segundo o SREA, o IAE não pretende medir a variação infra-anual do PIB, mas sim retratar o estado geral da economia. Assim, dever-se-á reter, sobretudo, informação sobre a evolução em termos de acelerações, desacelerações e pontos de viragem e não o seu valor. 


 

sábado, 3 de abril de 2021

Que influência tem a Universidade dos Açores?


Inovação académica não muito útil...

(Publicado no Diário Insular de 02 de Abril de2021)


A Universidade dos Açores poderá ter falhado na sua missão de apoiar o desenvolvimento dos Açores, quando comparada com outras instituições nacionais. Um exemplo é a utilização de erva na alimentação do gado, uma aposta da investigação universitária açoriana que não vingou. A lavoura está hoje afogada com concentrados que só degredam os resultados económicos das explorações.


    

 Um estudo da Fundação Calouste Gulbenkian mostra que na Região Centro de Portugal as três universidades e os vários institutos tecnológicos e instituições de investigação existentes têm uma grande ligação às empresas, fazendo deste território um importante espaço de inovação, com a aplicação e utilização desse conhecimento nos processos de desenvolvimento económico.

O estudo explica como a ligação entre o mundo empresarial e as várias instituições de ensino têm contribuído para transformação da Região Centro do país, com bons resultados económicos e com efeitos visíveis no desemprego.
Perante os dados expostos, é pertinente perguntar se a Universidade dos Açores terá dado um contributo semelhante ao desenvolvimento e inovação nas ilhas.

RETRATO DA REGIÃO CENTRO

O estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, refere a 2017, aplicado à Região Centro, mostra - entre muitos aspetos - a ligação entre o mundo empresarial e as várias instituições de ensino, entre os quais a Universidade de Coimbra, a Universidade de Aveiro e a Universidade da Beira Interior - três universidades públicas - e vários institutos, designadamente o Instituto Politécnico de Coimbra, a Escola Superior de Enfermagem, o Instituto Técnico de Castelo Branco, o Instituto Técnico de Leiria, o Instituto Politécnico da Guarda e o Instituto Politécnico de Viseu.
Nesse estudo aborda-se, entre outros aspetos, a ligação entre o ensino superior, a investigação e os ecossistemas de inovação.
            Verifica-se que é um importante contributo que a Região Centro dá ao País em termos de formação superior, incidindo particularmente na área das ciências exatas e naturais, tais como engenharias, áreas de formação particularmente relevantes para a modernização do tecido produtivo da Região e do País.
O conjunto das três universidades públicas, agregando os principais Institutos, Centros e Laboratórios de Investigação, desenvolveu competências que constituem uma importante componente para o desenvolvimento da Região. Com frequência se veem notícias de trabalhos de investigação desses estabelecimentos de ensino reconhecidos no estrangeiro bem como produtos inovadores desenvolvidos, em particular nas áreas da tecnologia e da informática, de igual modo, com interesse por outros países.

De acordo com o estudo da Gulbenkian, a Região Centro conta com um conjunto de infraestruturas de apoio e desenvolvimento tecnológico que desenvolve um papel fundamental de suporte e promoção da competitividade das áreas produtivas a que respeitam. Para além dos centros ligados às universidades, destaca-se um conjunto de centros de apoio e desenvolvimento tecnológico em domínios vários (cerâmica e vidro, moldes e ferramentas especiais, têxteis e vestuário, telecomunicações, biomassa para a energia, computação gráfica, entre outras). De entre as entidades desta natureza ligadas à universidade destaca-se, pela sua natureza e expressão, o Instituto Pedro Nunes.

Para a realização do estudo em causa foi feita uma análise da rede de 344 projetos, com o envolvimento de um total de 594 organizações (58% do total das organizações do todo nacional - ver quadro).
Segundo o INE, a Região Centro regista a taxa de desemprego mais baixa do país, um fenómeno que se verifica há vários anos e que pode, de igual modo, ser atribuído a essa forte relação das universidades e centros de investigação, às empresas da Região.




Que influência terá tido
a Universidade dos Açores?

Existem áreas onde é clara a importância do ensino superior na expansão do conhecimento no arquipélago. Por exemplo, nas ciências da educação, nas ciências do mar e em vários setores ligados à zoologia e à botânica.
Mas há quem considere que a universidade açoriana não teve o papel que poderia ter na área da agricultura, em particular na agropecuária, principal suporte do setor primário e da riqueza das ilhas.
As especiais condições edafoclimáticas das ilhas - repetidamente evocadas por políticos e representantes da lavoura - para produção de leite e carne à base de erva talvez não tenham sido tão aproveitadas como se esperava.
A Universidade chegou a fazer estudos sobre as ervas com maior rendimento e que melhor serviriam essa produção, face às novas exigências dos mercados verdes e de natureza, mas muitos lavradores acabaram por recorrer às rações, levados pela tentação de uma maior produção.

Hoje, verifica-se, pelas contas da RITA (Rede de Informação e Contabilidade Agrícola), que muitos lavradores estão a utilizar concentrados em quantidades que não são economicamente rentáveis, porventura alguns estarão mesmo a ter prejuízo e essa prática estará a criar maiores dificuldades ao setor já a braços com os preços de mercado, em função da concorrência e da enorme produção de alguns países, inclusive da União Europeia.

A escolha do Prof. José Matos para presidir ao conselho científico para inovação agroalimentar - opção muito adequada e bastante elogiada - pode ajudar a incentivar algumas mudanças. O Professor José Matos foi, de resto, um dos académicos que, desde há muito, se bateram por alterações no setor, em declarações públicas e em conferências.
É hoje indiscutível que o papel das Universidades é um elemento essencial como polo de dinamização da economia, através da investigação, do melhoramento dos produtos e da criação de novas ideias.
A Região Centro é um bom exemplo, de acordo com o estudo da Fundação Calouste Gulbenkian. Será que a Universidade dos Açores foi importante para a dinamização da Região ou terá faltado imaginação ou - porventura - vontade política em colocar novas ideias no terreno, designadamente nas áreas chave como a produção de leite e carne?

Rafael Cota

 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Exportações para o estrangeiro desceram 6,4% no ano passado

As exportações dos Açores para fora do país atingiram, em 2020, um valor de 108 milhões de euros, o que representa um decréscimo de 6,4 % relativamente ao ano anterior, consequência, em particular, da diminuição do comércio de produtos provenientes da indústria transformadora.

Em sentido contrário, as importações atingiram 147 milhões de euros, o que representa um aumento de 3,4 %. 

A diferença é significativa, todavia bastante menor da que se verificou, por exemplo, em 2018, ano em que a Região importou quase o dobro do que exportou.

Os maiores volumes de exportações dos Açores referem-se a peixe fresco, conservas, bebidas e tabaco.

Nas importações os valores mais significativos são produtos agrícolas e industriais, mas a Região também adquire noutros países produtos alimentares, bebidas e tabaco.

 

 A nível nacional diminuíram exportações e importações

 

A nível nacional, no conjunto do ano de 2020, as exportações diminuíram 10,2 % enquanto as importações decresceram 15,2%, o que representa uma forte desaceleração face aos acréscimos verificados em 2019. 

Desde 2009 que as exportações de bens não registavam uma variação homóloga negativa.

O défice da balança comercial atingiu 14 051 milhões de euros em 2020, o que representa uma diminuição de 6 024 milhões de euros face ao ano anterior, refletindo-se num acréscimo da taxa de cobertura de 4,4 p.p.

As exportações e importações de combustíveis e lubrificantes diminuíram 32,1% e 35,6%, respetivamente, face ao ano anterior, correspondendo à categoria económica com maiores decréscimos relativos no total do ano.

No conjunto do país, bens alimentares e bebidas foi a única categoria que apresentou um valor positivo (+ 0,7%) nas exportações, tendo as importações apresentado um valor negativo (-4,3%).

As quebras, tanto nas importações como exportações começaram a diminuir em Fevereiro de 2020, tendo atingido os valores mais baixos em Abril e Maio.

 

Entretanto, o SREA divulgou ontem que no 4.º trimestre de 2020 saíram da Região Autónoma dos Açores 46 501 toneladas de produtos lácteos, um aumento de 6,9% face ao período homólogo de 2019, com um valor total de 73,0 milhões de euros.

Também no 4.º trimestre de 2020 saíram da Região Autónoma dos Açores 3 162 toneladas de carne de bovino, correspondendo a 14 457 carcaças de animais abatidos nos matadouros da região, um aumento de 12,5% em peso e 8,9% em carcaças. 

 

Texto e gráfico de Rafael Cota




 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Administração Publica e construção asseguram empregos
Os números agora divulgados pelo SREA e INE, relativamente ao desemprego em 2020, mostram que se mantém a tendência de que a administração pública ainda é o motor para a criação de empregos, apesar de alguns sectores privados, como a construção, disponibilizarem alguns empregos.
Temos assim que, no quarto trimestre de 2020, a taxa de desemprego (5,5%) diminui relativamente ao trimestre anterior (6,7%) finalizando com um valor médio do ano de 6,1%, abaixo da média nacional (6,8%) e da média da Madeira (7,9%).
Continua a sentir-se o efeito das políticas nacionais para o emprego (lay-off e similares) e das políticas ativas para o emprego dos Açores.
Olhando para a decomposição dos efeitos, por atividade, a variação homóloga na indústria, as transformadoras caem 11,6% e a construção sobe 11,6%.
O aumento dos serviços é composto pelo declínio no comércio (-6,1) dos transportes (-1,4) da hotelaria e restauração (-25,4) e aumentos da administração pública (+15,7%), da educação (14,3%), da saúde (+5,7%), crescendo no conjunto 11,6%.
Assim, segundo estes dados, as áreas da administração pública crescem cerca de 4.000 ativos, em particular nas áreas administrativas e da educação.





quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Inflação - Dezembro


A taxa de variação média dos últimos doze meses, terminados em dezembro, do Índice de Preços no Consumidor desceu para 0,12%. 

As variações médias positivas verificaram-se nas classes “Bebidas alcoólicas e tabaco” (3,16%), “Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas” (1,72%)-

Relativamente às variações negativas, as classes que apresentaram maiores variações foram as de “Educação”, “Transportes”, “Lazer, recreação e cultura” e “Comunicações”.

A taxa de inflação nacional foi de -0,01%.

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

PIB dos Açores a convergir antes do tempo da pandemia

(Publicado no Diário Insular e no Diário dos Açores em 5 de Janeiro de 2021) 


DADOS ESTATÍSTICOS APONTAM PARA APROXIMAÇÃO AO PAÍS E À EUROPA

PIB dos Açores a convergir
antes do tempo da pandemia

Os Açores estavam a convergir, embora pouco, com a Europa e também com o país. Com a pandemia, há setores muito afetados, entre eles o turismo, que vinha a revelar-se o motor da recuperação açoriana.

Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Açores registou uma taxa de crescimento real de 2,4%, superior à média nacional, que foi de 2,2%, de acordo com um trabalho de estatística feito para o DI pelo jornalista Rafael Cota.
Os valores referem-se a um período antes da pandemia, pelo que não expressam as previsíveis consequências que a crise daí resultante provocou em alguns setores, situação que só se vai perceber quando forem conhecidas as contas regionais relativas a 2020.
De acordo com Rafael Cota, é possível concluir que, pelos dados do ano de 2019 - antes da pandemia -, a economia do arquipélago apresentava uma curva ascendente, situação que se deve, entre outros fatores, ao efeito do turismo, que fez movimentar várias atividades, circular massa monetária e criou um impulso incentivador para outras atividades.

TURISMO A PUXAR
Um documento distribuído pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) e que Rafael Cota cita, refere que para o crescimento real do PIB dos Açores contribuíram significativamente os ramos do comércio, transportes e alojamento e restauração, que registou um crescimento do Valor Acrescentado Bruto  (VAB) em volume de 6,5%, bem como o ramo da construção (+5,0%) e as atividades dos serviços prestados às empresas (+3,2%).
O valor do PIB dos Açores de 2019 é estimado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em 4.469 milhões de euros, com um crescimento nominal de 4,3%, superior à média nacional, que foi de 4,0%. O Algarve foi a região com a taxa mais alta: 4,4%.


CONVERGÊNCIA
O PIB per capita, como se vê nos gráficos, apresenta um valor de 18,4 mil euros, abaixo da Madeira e também abaixo da média nacional e de Lisboa, que se apresenta com um valor bastante superior. Com valores inferiores estão as regiões do Centro e do Norte.
Com estes dados, os Açores, em finais de 2019, estavam a 91% da média nacional, tendo convergindo um ponto percentual (p.p.) relativamente ao ano anterior (ver gráficos). O Algarve também convergiu um p.p., as regiões do Norte, Centro e Lisboa, mantiveram o índice de 2018, e a Madeira e o Alentejo divergiram um p.p.
Relativamente à Europa, no tocante ao PIB per capita em PPC (paridades de poder de compra), os Açores encontravam-se, no final de 2019,  a 70% da média da EU28, convergindo 1,3 p.p., enquanto o país convergiu um p.p. Na comparação com a Europa, a  taxa de evolução real do PIB dos Açores foi superior às taxas de crescimento das regiões do Alentejo, com 0,6%; da Madeira (0,8%); do Norte (2,2%), e do Centro (2,3%). O Algarve e Lisboa, ambas com 2,6%, foram as regiões com a taxa mais alta.

O QUE SE ESPERA EM 2020
De acordo com a análise de Rafael Cota, o ano de 2020 apresentará uma quebra, em consequência da crise provocada pela pandemia que afetou sobretudo o setor que constituiu o motor da subida em 2019: o turismo.
Os dados até agora conhecidos mostram uma acentuada diminuição no primeiro trimestre, embora, segundo o indicador da atividade económica, divulgado pelo SRES, verifica-se que houve um abrandamento significativo de março a junho, tendo, todavia, registado uma melhoria a partir de julho, mês em que voltou a subir, mantendo-se, no entanto, segundo os dados relativos a outubro, em valores negativos.
A retoma verificada teve a ver com setores como a função pública, principal alavanca do PIB nos Açores, a pecuária e até a construção e indústria, que antes vinham prendendo peso na economia e que mostram nestes tempos uma resposta positiva sobretudo porque se mantiveram em atividade, mesmo durante a pandemia.
Para Rafael Cota, as situações mais preocupantes, no corrente ano de 2021, serão o desemprego, uma vez que os últimos dados têm sido desvirtuados, face à metodologia utilizada pelo INE, e eventualmente o comércio interno e as exportações, visto que a pandemia fez criar nas pessoas uma preocupação de contenção de despesas.

 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Indicador de Actividade Económica (IAE) - Açores

O IAE-Açores registou -3,8% em setembro, recuperando 1,1 p.p. face a agosto

Em Setembro de 2020, o IAE voltou a apresentar valores negativos, em consequência das situações que se prendem com a pandemia.
Todavia, registou, um valor de -3,8 %, superior em 1,1 pontos percentuais, ao do mês anterior, que foi de -4,9%.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

terça-feira, 25 de agosto de 2020

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

domingo, 2 de agosto de 2020

sábado, 1 de agosto de 2020

PIB com a maior queda de sempre

Depois de ter registado uma diminuição de 3,2 % no primeiro trimestre, a economia na Europa sofre agora, no segundo trimestre, uma quebra abrupta de mais de 11,9%.

 No segundo trimestre de 2020, ainda marcado pelas medidas de contenção do COVID-19, na maioria dos Estados-Membros, o PIB ajustado diminuiu 12,1% na área do euro e 11,9% na UE, em comparação com o trimestre anterior, de acordo com a estimativa preliminar publicada pelo Eurostat.

No primeiro trimestre de 2020, o PIB tinha diminuído 3,6% na área do euro e 3,2% na EU.

Portugal também teve a maior contração de sempre, registando neste segundo trimestre de 2020, uma diminuição de 16,5%. E os sinais sobre a evolução da atividade no verão não são animadores, alertam os economistas

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para o segundo trimestre de 2020, a Espanha (-18,5%) registrou o maior queda em relação ao trimestre anterior, seguido por Portugal (-14,1%) e França (-13,8%). Lituânia (-5,1%) registrou a menor queda. O gráfico mostra as variações em alguns países.

O gabinete de Estatística da EU lembra que estas estimativas são baseadas em fontes de dados incompletas e, portanto, ainda, sujeitas a mais revisões sob as medidas de contenção COVID-19.

Segundo o Eurostat, as próximas estimativas para o segundo trimestre de 2020 serão lançado em 14 de agosto de 2020. 

segunda-feira, 27 de julho de 2020


População da UE em 2020: quase 448 milhões
Mais mortes que nascimentos

Em 1 de janeiro de 2020, a população da União Europeia (UE) com 27 Estados-Membros foi estimada em 447,7 milhões, uma redução de 12,8% em comparação com 513,5 milhões em 28 Estados-Membros em 1 de janeiro de 2019.
Essa redução deve-se principalmente à retirada do Reino Unido (em 1 de fevereiro de 2020), que levou a população de a UE a diminuir 13%.
O crescimento total da população na UE27 foi positivo, com 0,9 milhões a mais de habitantes durante 2019, devido à migração líquida.
Todavia, o saldo natural é negativo desde 2012, com mais mortes do que nascimentos registrados (4,7 milhões de mortes e 4,2 milhões de nascimentos, em 2019).