terça-feira, 20 de agosto de 2019

Indicador da Atividade Económica dos Açores (IAE)


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Turismo - Janeiro a Junho




Turismo - Janeiro a Junho 2019

Subida verificada em junho não compensa quebra desde janeiro

Dormidas na Terceira continuam
com tendência global negativa




(Publicado no Diário Insular de 15 de Agosto de 2019)
Os últimos dados ainda não indicam uma subida global nas dormidas na hotelaria tradicional, turismo em espaço rural e alojamento local na ilha Terceira. Houve uma quebra de 2,7%, de janeiro a junho deste ano, face ao mesmo período do ano anterior (período homólogo).
A tendência é ilustrada no gráfico que acompanha esta peça, construído pelo jornalista Rafael Cota, autor do blogue "Números e Números".
Apenas em junho, a Terceira apresentou mais 9,2% de dormidas em relação ao mesmo mês de 2018 (40 850 dormidas).
Segundo os números do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), a Terceira é a única ilha que regista uma queda das dormidas de janeiro a junho. "As ilhas da Graciosa, de São Miguel, de São Jorge, do Faial, das Flores, do Pico e de Santa Maria, apresentaram variações homólogas positivas, respetivamente, de 23,9%, 23,7%, 14,9%, 11,5%, 9%, 8,5% e 0,7%. A ilha Terceira apresentou uma variação homóloga negativa de 2,7%", indica o SREA.
O Corvo não conta com dados sobre esse período, mas, quando se compara junho com o mês homólogo, há uma descida de 9,8%.
Segundo o SREA, a ilha de S. Miguel, com 866 mil dormidas, concentrou 72% do total, seguindo-se a Terceira com 161,2 mil dormidas (13,4%), o Faial com 70,6 mil dormidas (5,9%) e o Pico com 49,5 mil dormidas (4,1%).
Em termos regionais, de janeiro a junho, em todos os tipos de alojamento, registaram-se 1.203,5 mil dormidas, valor superior em 17,4% ao registado em igual período de 2018.

Hotéis"De janeiro a junho de 2019, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 833,7 mil dormidas, valor superior em 6,4% ao registado em igual período de 2018", precisa o SREA.
No que diz respeito aos estabelecimentos hoteleiros, de janeiro a junho a Terceira apresentou uma descida de dormidas de 6% e uma subida de 8,4 % quando apenas é tido em conta o mês de junho.
"De janeiro a junho, os residentes em Portugal atingiram cerca de 429,2 mil dormidas (51,5% do total) e os residentes no estrangeiro 404,5 mil (48,5%). O mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 107,5 milhares de dormidas representou 12,9% das dormidas totais e 26,6% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de 22,9%", analisa o serviço regional de estatística.
O segundo maior mercado turístico estrangeiro esteve na Alemanha. De janeiro a junho, foram 91,5 mil dormidas (11%). A variação homóloga acumulada foi negativa (7,5%).
No alojamento local, as dormidas na Terceira cresceram de janeiro a junho e também apenas em junho, com mais perto de 12% em ambos os períodos.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

População Empregada por sectores




Desemprego


A taxa de desemprego no 2º trimestre de 2019 foi de 8,2%, inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao do trimestre anterior.
É presentemente a mais elevada de todas as regiões do país.

A nível nacional, a taxa de desemprego no 2º trimestre de 2019 é de 6,3%, uma diminuição de 0,5 p.p.


quarta-feira, 24 de julho de 2019

Consumo energia


segunda-feira, 22 de julho de 2019

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Pesca




O pescado descarregado nos portos dos Açores, de Janeiro a Junho, registou uma diminuição de 42%, relativamente a igual período do ano passado.

A maior quebra está relacionada com as capturas de atum. O ano passado por esta altura já tinham pescado mais de duas mil toneladas de atum, este ano, até Junho, só apanharam 86 toneladas.

O valor do pescado não sofreu uma descida tão acentuada, o ano passado por esta altura o pesca rendeu 16 milhões de euros, este ano cerca de 15 milhões, uma quebra de 4,6%.


terça-feira, 16 de julho de 2019

Dormidas na Terceira ainda a descer


(Publicado no Diário Insular de 16 de Julho de 2019) 


Os últimos dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) indicam que as dormidas na ilha Terceira desceram 6,4% de janeiro a maio, apesar de uma recuperação nesse último mês.
Foram contabilizadas as dormidas nos hotéis, nas unidades de turismo em espaço rural e no alojamento local
No período de janeiro a maio deste ano, quando comparado com o mesmo período do ano anterior (período homólogo),Terceira, Santa Maria e o Corvo foram as três únicas ilhas do arquipélago a registar descidas.
Nos Açores, a subida de janeiro a maio foi de 16,2% e, apenas referente a maio, de 12,7%. Em todo o arquipélago, foram 878,1 mil dormidas de janeiro a maio.
Quando se compara apenas maio deste ano com maio de 2019, a Terceira surge com mais 9% de dormidas.
"De janeiro a maio, as ilhas da Graciosa, de São Miguel, das Flores, de São Jorge, do Pico e do Faial apresentaram variações homólogas positivas, respetivamente de, 30,5%, 23,5%, 17,7%, 8,1%, 6,9% e 6,1%", precisa o SREA.
Na Terceira, o alojamento local viu as dormidas descerem 8,3% em maio, mas a tendência nos primeiros cinco meses do ano é positiva, com mais 11,1% de dormidas.
Já nas unidades hoteleiras tradicionais houve mais 15,2% de dormidas em maio, mas de janeiro a maio (comparação com o período homólogo de 2018) a descida foi de 9,7%.
Santa Maria tem menos 5,6% dormidas. O SREA indica que a ilha do Corvo "não tem dados do alojamento local divulgados de janeiro a abril de 2018, logo não é comparável com a informação de 2019".
No que diz respeito apenas às dormidas na hotelaria tradicional, o Corvo apresenta menos 44,5 % de dormidas de janeiro a maio deste ano. Contudo, de acordo com contas feitas por Rafael Cota, autor do blogue "Números e Números" e baseadas nos valores que têm vindo a ser disponibilizados pelo SREA, a quebra no Corvo não irá além dos 2,1%.
São Miguel já concentra mais de 70 por cento das dormidas da Região (73,1%). Seguem-se a Terceira com 120,2 mil dormidas (13,7%), o Faial com 47,6 mil dormidas (5,4%), bem como o Pico com 30,6 mil dormidas (3,5%)
Rafael Cota, jornalista, também sublinha esta tendência. "No conjunto dos Açores, muito pelo peso de S. Miguel, regista-se um resultado positivo, não se confirmando, para já, o receio de que a atividade nos Açores estabilizasse face ao ressurgimento de destinos de sol e Praia como o Egito, Turquia ou Tunísia, com espaços muito atrativos e preços concorrenciais. No total dos Açores, as receitas do turismo, nestes primeiros cinco meses do ano atingiram 30 milhões de euros, mais 11% do que o ano passado", adianta.
Segundo os valores agora divulgados pelo SREA, em termos de proveitos totais por ilha, a Terceira surge com uma ligeira descida, de 3%, de janeiro a maio. Os proveitos por aposento descem 3,7%.
Cinquenta e cinco por cento dos turistas que chegam aos Açores são portugueses. Os principais mercados emissores estrangeiros são os EUA, Canadá e Alemanha.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Taxa de Inflação

Taxa de inflação volta a descer
A taxa de variação média dos últimos doze meses, terminados em junho, desceu para 0,20%.Para essa diminuição, no mês de Junho, contribuíram, as classes de produtos alimentares não transformados; bebidas não alcoólicas e vestuário e calçado. A taxa de inflação nacional foi de 0,87%.

terça-feira, 9 de julho de 2019

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Indicador de Turismo

Segundo o IT-Açores, distribuído pelo SREA, as dormidas na Hotelaria Tradicional, no Turismo no Espaço Rural e no Alojamento Local durante o mês de Maio de 2019 terão sido aproximadamente 270 mil.
A confirmar-se este número, significa que se mantém a tendência de crescimento do número de dormidas, perspetivando-se um aumento de 14 % no mês de Abril, ligeiramente inferior a Abril , que mostra um pico de turistas na Páscoa.
No conjunto, de Janeiro a Abril, as dormidas deverão ter crescido à volta de 16,5%.

(valores estimados)

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Valor Acrescentado Bruto na Região

                                                          Publicado no Diário Insular de 19 de Junho de 2019

 O setor da administração pública foi o que mais contribuiu para o VAB (Valor Acrescentado Bruto) nos Açores, em 2016, num total superior a mil milhões de euros.
Este dado é indicado no blogue "Números e Números" (http://numerosenumeros.blogspot.com), de Rafael Cota, que teve em conta no cálculo os funcionários públicos em geral, da Saúde e também da Educação e apoiou-se nas últimas informações do INE (Instituto Nacional de Estatística).

O VAB é o resultado final da atividade produtiva no decurso de um determinado período. "Neste caso tem em conta a capacidade da utilização dos rendimentos resultantes dos vencimentos nos diferentes ramos da atividade, designadamente no comércio, restauração, cultura e entretenimento, entre outros", explica Rafael Cota.
Este indicador também pode ser descrito como aquele que possibilita comparar a produtividade e a evolução dos diferentes setores de atividade económica e corresponde ao valor que um sector acrescenta a matérias, produtos e serviços utilizados, através dos próprios processos de produção e marketing.
"Tendo em conta que o total do VAB, em 2016, foi da ordem dos 4,4 mil milhões de euros, pode dizer-se que um quarto da riqueza da Região é criado pelos vencimentos dos funcionários públicos", sublinha.
Logo a seguir (ver gráfico principal), surge a atividade imobiliária, que, no mesmo ano, registou um rendimento de 450 milhões de euros.
"A atividade imobiliária inclui, de acordo Classificação das Atividades Económicas Portuguesa (CAE), a compra, venda e arrendamento de bens imobiliários, a mediação e avaliação imobiliária, a administração de imóveis, as atividades das agências imobiliárias na intermediação da compra, venda e arrendamento, assim como a avaliação com vista à venda, compra ou arrendamento, executadas por conta de terceiros e as atividades de angariação", precisa o jornalista.
No terceiro lugar do pódio dos setores com maior valor acrescentado surgem o comércio por grosso e retalho (426,6 milhões). A agricultura, produção animal e as pescas representaram 306 milhões em 2016.
"As atividades de alojamento e restauração apresentam 238 milhões de euros, em 2016, valor que deverá crescer, dado que a atividade turística também tem aumentado e tem proporcionado a criação e o desenvolvimento de empresas de atividades associadas, apesar dos salários baixos", analisa Rafael Cota.
Também a agricultura e pescas podem crescer, considera o blogger. "A agricultura e a agropecuária, que continuam a ser o suporte mais sólido da economia das ilhas, poderiam ter um maior peso no Valor Acrescentado Bruto, mas serão necessárias mudanças significativas, porventura segui
ndo sugestões que já foram apresentadas em estudos da Universidade dos Açores", sugere.
"O diagnóstico está feito, mas existem pontos de vista diferentes quanto às soluções a implementar. Uma das causas, porventura, foi o discurso otimista, alimentando o que os agricultores queriam ouvir, mas que adiou o problema e deixou o setor sem soluções. É também preocupante que uma parte ainda significativa dos lucros da indústria fique fora da Região", sublinha.

Construção em queda

O peso do setor da construção na economia dos Açores está a cair continuamente e, do ponto de vista de Rafael Cota, esse pode ser o mais pesado desafio. "O que, porventura, poderá ser mais grave na Região é a quebra na construção civil, que está a perder funcionários e a diminuir de forma drástica o seu peso no Valor Acrescentado Bruto. Hoje há menos de metade da população empregada na construção do que há 15 anos atrás e o seu peso no VAB, que chegou a ser da ordem dos 9%, agora é apenas de 3,6%", alerta.
"A diminuição dos postos de trabalho na construção tem uma consequência social grave, pode explicar em grande parte o desemprego, as situações de pobreza e o crescimento do número de beneficiários do RSI (Rendimento Social de Inserção)", conclui.


terça-feira, 18 de junho de 2019

Turismo - Dormidas por 100 habitantes


Turismo - Janeiro a Abril


 De janeiro a abril de 2019, no conjunto dos estabelecimentos hoteleiros, do turismo no espaço rural e do alojamento local nos Açores, registaram-se 610,8 mil dormidas, valor superior em 17,4% ao registado em igual período de 2018.

Nestes primeiros quatro meses, todas as ilhas registaram valores positivos, à exceção da Terceira e Santa Maria.

No mês de Abril, com o aceleramento da época da Páscoa, as dormidas no total da Região cresceram 27%.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Inflação


Indicador da Atividade Económica

O Indicador da Atividade Económica registou no mês de Abril um variação positiva de 2,1% relativamente a igual período do ano passado, de acordo com o SREA.
A variação tem sido influenciada no sentido positivo pelo abate de bovinos que cresceu 12% no primeiro trimestre e pela exportação de gado vivo para o continente que teve crescimento de 46 % relativamente ao primeiro trimestre de 2018, um valor que já não acontecia há muito tempo.
Também apresentaram um crescimento positivo, no primeiro trimestre do corrente ano, o turismo e a pesca.
No sentido negativo, surge a venda de cimento e o número de obras licenciadas, bem como a venda de leite de consumo e a exportação de conservas.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Passageiros desembarcados

No mês de maio de 2019 desembarcaram nos aeroportos dos Açores 149.572 passageiros, um aumento de 5,5% face ao mesmo mês de 2018. Os passageiros desembarcados com origem noutras regiões do território nacional atingiram 71.585, apresentando uma variação homóloga positiva de 11,6%, e os com origem no estrangeiro foram 16.793, originando um decréscimo homólogo de 5,5%.
No período entre Janeiro e Maio, registou-se um crescimento total de 6,7 %, comparado com igual período do ano passado. Nestes primeiros quatro meses, todas as ilhas apresentaram uma evolução positiva, à exceção do Pico que teve uma descida de 0,9%.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

PIB trimestral


O PIB nos Açores registou, no 1º trimestre de 2109, um crescimento de 2,4%, menos duas décimas de pontos percentuais relativamente ao 4º Trimestre de 2018 enquanto a nível nacional se registou uma variação positiva, de pequena expressão.



A variação nos Açores tem sido influenciada no sentido positivo pelo abate de bovinos que cresceu 12% no primeiro trimestre e pela exportação de gado vivo para o continente que teve crescimento de 46 % relativamente ao primeiro trimestre de 2018, um valor que já não acontecia há muito tempo.

Também apresentam um crescimento positivo, no primeiro trimestre do corrente ano, o turismo e a pesca.

No sentido negativo, surge a venda de cimento e o número de obras licenciadas, a venda de leite de consumo e a exportação de conservas, que continuam a registar quebras significativas.

No conjunto do país o Produto Interno Bruto registou, no 1º trimestre de 2019 uma taxa de variação homóloga de 1,8%, ligeiramente superior ao último trimestre. No sentido positivo contribuiu a procura interna, designadamente na construção enquanto a procura externa e as exportações foram negativas.