segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Turismo


sábado, 14 de setembro de 2019

Pesca melhora em Agosto

Os resultados das capturas de atum em Agosto -- cerca de 1500 toneladas -- veio melhorar os resultados da pesca no corrente ano.
Até Julho, o sector registava um decréscimo de 50 % relativamente ao ano anterior, com o atum pescado, a quebra em final de Agosto era já de apenas - 44%.
Não é um dado positivo, mas um pouco melhor do que se vinha registando.

Indicador de Actividade Económica (IAE) - Açores

 A evolução do IAE - Açores mostra  que, em Julho de 2019, regista um valor de 2,0%, o que representa um ligeiro decréscimo face ao mês anterior que foi revisto em alta de 1,9% para 2,1%).

O SREA lembra que a análise dos resultados deverá ter-se presente que este indicador não se deve confundir com o PIB e não se pretende com ele medir a variação infra anual do PIB, mas sim retratar o "estado geral da economia". Assim, dever-se-á reter, sobretudo, informação sobre a evolução em termos de acelerações, desacelerações e pontos de viragem e não o seu valor.

As séries utilizadas na construção deste Indicador são: “Leite entregue nas fábricas”, “Gado Abatido”, "Pesca Descarregada”, “Produção de Energia”, “Produção de Produtos Lácteos”, “Consumo de Energia na Indústria”, “Venda de Cimento”, “Empregados na Construção Civil”, “Passageiros Desembarcados Via Aérea”, “Dormidas na HT, TER e AL”, “Empréstimos Bancários”, “Operações TPA” e “Levantamentos Multibanco”.    Os dados apresentados neste Destaque são valores ajustados da sazonalidade, calibrados pela variação do PIB e alisados pelo método de médias móveis de 3 meses.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Exportação de bovinos


Informação da direção regional da Agricultura

Novos mercados justificam crescimento da exportação de bovinos


O aumento da exportação de animais vivos no primeiro semestre deste ano, noticiado pelo DA deve-se à "valorização que se verifica, atualmente, dos bovinos com elevado potencial genético, destinados à recria e à engorda", de acordo com a informação enviada pela direção regional da Agricultura (DRA).

“O número de animais produzidos na Região (abatidos e exportados em vida) tem vindo a aumentar de forma consistente, em resultado da estratégia e do investimento do Governo Regional na modernização das explorações agrícolas e na rede regional de abate, bem como das políticas públicas definidas para o setor, designadamente no âmbito do programa POSEI”, frisa a informação enviada.


Operador espanhol prefere gado vivo


O crescimento da exportação de gado vivo tem maior expressão na ilha do Pico que é responsável por cerca de 25% de todos os animais exportados em vida para fora da região, alguns com destino aos mercados emergentes de países do Oriente.

De acordo com a informação fornecida pela DRA “o aumento verificado este ano é, também, consequência do aparecimento no mercado de um novo operador espanhol que tem valorizado melhor os animais em vida”.

“A seca verificada o ano passado e a menor disponibilidade de alimentos, no início do corrente ano, terá tido também um contributo decisivo para o aumento do número de animais exportados em vida.”

A DRA frisa que “não há qualquer relação entre o aumento do número de animais abatidos ou exportados em vida com a alegada redução de efetivos, designadamente com vista à diminuição da produção de leite”.  

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Exportação de gado vivo aumenta 34 por cento

Números surpreendentes no primeiro semestre deste ano

Exportação de gado vivo
aumenta 34 por cento

(Publicado no "Diário Insular" de 5 de Setembro)

No primeiro semestre deste ano, os lavradores dos Açores diminuíram os seus efetivos em mais de 3000 cabeças de gado bovino, relativamente ao mesmo período do ano passado, segundo dados trabalhados pelo jornalista Rafael Cota.
O crescimento é visível no número de animais abatidos nos matadores dos Açores (+ 4,6%), mas sobretudo no gado exportado vivo, uma prática que se vinha reduzindo substancialmente desde que foram construídos os novos matadores da Terceira e de S. Miguel, mas que este ano apresenta uma subida acentuada (+34%).
PORQUÊ?Não foi possível confirmar se este crescimento tem a ver com a necessidade de os lavradores se livrarem de algumas cabeças de gado para diminuir a produção de leite ou se é uma forma de compensarem a quebra de rendimentos que têm registado.
De acordo com os dados distribuídos pelo SREA - Serviço Regional de Estatística, o maior crescimento verificou-se nos bovinos entre os oito meses e os dois anos e sobretudo no que respeita aos animais exportados vivos, na maior parte fêmeas.
Aparentemente, trata-se de redução de efetivos para diminuição da produção.
PODE SER POUCOA questão que muitos lavradores colocam é se esta medida vai ser suficiente.
Há quem ache que a questão central está numa mudança de soluções de maneio e numa produção privilegiando a pastagem.
BAIXO RENDIMENTODe acordo com um relatório da Associação dos Produtores de Leite de Portugal, há lavradores nos Açores cujo custo de produção é, em média, de 20 cêntimos por litro de leite e recebem da fábrica 26 cêntimos, o que significa que têm apenas seis cêntimos de rendimento.
De acordo com dados da RITA (Rede de Informação e Contabilidade Agrícolas) divulgados pelo Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP) do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, os lavradores adquirem, em média, por exploração de gado produtor de leite, cerca de 16 547 euros de concentrados por ano, o que tem um peso muito elevado nos custos de produção.
Ao que foi possível perceber, não está a ser fácil convencer os lavradores a optarem por um maior utilização da erva, que é a vocação natural da agropecuária dos Açores e o que mais valoriza os produtos com origem na Região.
As vantagens da opção por erva em alternativa aos concentrados tem vindo a ser explicada, desde há mais de duas décadas, por especialistas em leite e laticínios, mas com pouco sucesso.
A necessidade de encontrar uma vaca alternativa à "preta e banca" também tem sido explicada aos lavradores, mas com idêntico baixo sucesso.

domingo, 1 de setembro de 2019

Inflação

Dados europeus corrigem a inflação para níveis críticos (deflação) em Portugal

Inflação muito baixa nos Açores
pode ser um sinal de alarme


(Publicado no Diário Insular de 31 de Agosto)

A inflação nos Açores, se for medida de acordo com indicadores europeus que não existem na Região, pode ser preocupante, indiciando um cenário de recessão.
Não existem nos Açores dados sobre o Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor, mas tendo em conta que o valor da inflação distribuído pelo SREA (0,18% em julho) é muito inferior ao valor nacional (0,72%), pode deduzir-se que há razões para preocupação, uma vez que pelo índice harmonizado a inflação em Portugal caiu para -0,7%.
A análise feita aos números agora revelados na Europa e os comentários sobre as suas consequências podem extrapolar-se para a situação dos Açores -- apesar da reduzida dimensão e de fatores porventura diferentes --, mas que não é certamente positiva, refere o jornalista Rafael Cota numa análise aos dados europeus que faz para o nosso jornal.
QUEDA LIVREA inflação anual na zona euro diminuiu, em julho de 2019, para 1%, quando um ano antes era de 2,2% e na União Europeia caiu para 1,4%, quando no mesmo mês do ano anterior era de 2,2%, de acordo com dados distribuídos pelo Eurostat e relativos ao Índice Harmonizado de Preços do Consumidor (IHPC - sigla em Inglês).
A média anual mais baixa regista-se em Portugal (-0,7%), o que significa que o país entrou em deflação, fenómeno que já não acontecia há quatro anos.
O valor referente a Portugal difere do apresentado pelo INE (0,72%), porque o dado distribuído pelo Eurostat é um valor harmonizado, isto é, tem em conta a paridade de poder de compra, permitindo assim a comparação dos diferentes países na zona euro.
SINAIS DE RECESSÃOA quebra que se verifica na inflação no conjunto da Europa e da Zona Euro, ao longo dos últimos dozes meses, configura receios, expressos por diversas entidades, de uma recessão económica, porventura mais evidente em Portugal.
Nos últimos dias têm surgido notícias que mostram essa preocupação. Segundo a agência EFE, "esta nova descida da inflação aproxima a possibilidade de o Banco Central Europeu tomar medidas para estimular a economia em setembro, depois de em julho o seu presidente, MarioDraghi, ter advertido que o emissor não iria aceitar níveis de inflação permanentemente baixos" e que estavam preparados para atuar de modo a aumentar a taxa.
O alvo do BCE é manter a inflação a níveis próximos, mas inferiores, a 2%.
A maior contribuição para a desaceleração dos preços na Zona Euro vem do setor serviços (0,53 pontos percentuais), seguido dos preços de alimentos, álcool e tabaco (0,37 pontos), dos bens industriais não energéticos (0,08 pontos) e a energia (0,05 pontos).

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Pesca afunda-se nos Açores com o atum a desaparecer

(Publicado no "Diário Insular" de 23 de Agosto)


A pesca regista este ano nos Açores uma acentuada quebra, em consequência das baixas capturas de atum, registando valores dos mais baixos dos últimos anos.
No total, o pescado descarregado nos portos dos Açores caiu para cerca de metade, relativamente a igual período do ano anterior, de acordo com dados oficiais trabalhados para o DI pelo jornalista Rafael Cota.
No ano passado, por esta altura, os atuneiros já tinham capturado 4500 toneladas de atum. Este ano e até ao fim de julho conseguiram apenas cerca de 500 toneladas.

VALOR CAI MENOSO valor do pescado não caiu tanto. Nos primeiros sete meses, registou-se um valor de quase 20 milhões de euros, o que corresponde a menos 14 por cento que em igual período do ano passado.
Para esse rendimento contribuem de forma mais expressiva a lula, o goraz, o peixão, o cherne, a boca-negra e a lapa.
As quebras mais acentuadas registaram-se em S. Miguel, Pico e Faial, que dependem mais da pesca do atum. A Terceira registou um acréscimo, nestes sete meses, de 26%.

VARIAÇÕESAs capturas de atum nos Açores têm registado variações muito significativas ao longo dos anos.
Não têm sido dados explicações conclusivas para este fenómeno.
Uma das explicações aponta para variações na temperatura da água do mar, que terão influência nas rotas do peixe.
Segundo esta explicação, em alguns anos o atum afasta-se das ilhas e fica fora do alcance dos atuneiros açorianos.
Quer isto dizer que não haverá menos atum. O problema estará na capacidade de deteção de cardumes e no alcance dos navios.
Outra explicação aponta para capturas excessivas a sul, que acabam por ser predadoras e que se dirigem mesmo aos juvenis.
Essas capturas estarão associadas a boias agregadoras, que são capazes de reunir os cardumes, que depois serão capturas sem distinção entre adultos e juvenis.
Segundo essa hipótese, nos anos de maior sucesso nessas alegadas capturas excessivas chegarão menos peixes aos Açores.
Os atuneiros açorianos não se envolvem nessas técnicas predadoras.
O atum é capturado pelos nossos barcos através de uma técnica conhecida por salto e vara, que é considerada amiga do ambiente.
Esta técnica é também tida como boa para a preservação da qualidade do produto, que geralmente é trabalhado em fresco.
A falta de atum capturado pela frota açoriana é colmatada com o recurso à importação, mas neste caso o peixe é trabalhado após congelação.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Turismo - Janeiro a Junho




Turismo - Janeiro a Junho 2019

Subida verificada em junho não compensa quebra desde janeiro

Dormidas na Terceira continuam
com tendência global negativa




(Publicado no Diário Insular de 15 de Agosto de 2019)
Os últimos dados ainda não indicam uma subida global nas dormidas na hotelaria tradicional, turismo em espaço rural e alojamento local na ilha Terceira. Houve uma quebra de 2,7%, de janeiro a junho deste ano, face ao mesmo período do ano anterior (período homólogo).
A tendência é ilustrada no gráfico que acompanha esta peça, construído pelo jornalista Rafael Cota, autor do blogue "Números e Números".
Apenas em junho, a Terceira apresentou mais 9,2% de dormidas em relação ao mesmo mês de 2018 (40 850 dormidas).
Segundo os números do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), a Terceira é a única ilha que regista uma queda das dormidas de janeiro a junho. "As ilhas da Graciosa, de São Miguel, de São Jorge, do Faial, das Flores, do Pico e de Santa Maria, apresentaram variações homólogas positivas, respetivamente, de 23,9%, 23,7%, 14,9%, 11,5%, 9%, 8,5% e 0,7%. A ilha Terceira apresentou uma variação homóloga negativa de 2,7%", indica o SREA.
O Corvo não conta com dados sobre esse período, mas, quando se compara junho com o mês homólogo, há uma descida de 9,8%.
Segundo o SREA, a ilha de S. Miguel, com 866 mil dormidas, concentrou 72% do total, seguindo-se a Terceira com 161,2 mil dormidas (13,4%), o Faial com 70,6 mil dormidas (5,9%) e o Pico com 49,5 mil dormidas (4,1%).
Em termos regionais, de janeiro a junho, em todos os tipos de alojamento, registaram-se 1.203,5 mil dormidas, valor superior em 17,4% ao registado em igual período de 2018.

Hotéis"De janeiro a junho de 2019, nos estabelecimentos hoteleiros da Região Autónoma dos Açores (hotéis, hotéis-apartamentos, apartamentos turísticos e pousadas) registaram-se 833,7 mil dormidas, valor superior em 6,4% ao registado em igual período de 2018", precisa o SREA.
No que diz respeito aos estabelecimentos hoteleiros, de janeiro a junho a Terceira apresentou uma descida de dormidas de 6% e uma subida de 8,4 % quando apenas é tido em conta o mês de junho.
"De janeiro a junho, os residentes em Portugal atingiram cerca de 429,2 mil dormidas (51,5% do total) e os residentes no estrangeiro 404,5 mil (48,5%). O mercado norte-americano (EUA e Canadá) com cerca de 107,5 milhares de dormidas representou 12,9% das dormidas totais e 26,6% das dormidas dos não residentes, apresentando uma variação homóloga acumulada de 22,9%", analisa o serviço regional de estatística.
O segundo maior mercado turístico estrangeiro esteve na Alemanha. De janeiro a junho, foram 91,5 mil dormidas (11%). A variação homóloga acumulada foi negativa (7,5%).
No alojamento local, as dormidas na Terceira cresceram de janeiro a junho e também apenas em junho, com mais perto de 12% em ambos os períodos.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

População Empregada por sectores




Desemprego


A taxa de desemprego no 2º trimestre de 2019 foi de 8,2%, inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao do trimestre anterior.
É presentemente a mais elevada de todas as regiões do país.

A nível nacional, a taxa de desemprego no 2º trimestre de 2019 é de 6,3%, uma diminuição de 0,5 p.p.


quarta-feira, 24 de julho de 2019

segunda-feira, 22 de julho de 2019

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Pesca




O pescado descarregado nos portos dos Açores, de Janeiro a Junho, registou uma diminuição de 42%, relativamente a igual período do ano passado.

A maior quebra está relacionada com as capturas de atum. O ano passado por esta altura já tinham pescado mais de duas mil toneladas de atum, este ano, até Junho, só apanharam 86 toneladas.

O valor do pescado não sofreu uma descida tão acentuada, o ano passado por esta altura o pesca rendeu 16 milhões de euros, este ano cerca de 15 milhões, uma quebra de 4,6%.


terça-feira, 16 de julho de 2019

Dormidas na Terceira ainda a descer


(Publicado no Diário Insular de 16 de Julho de 2019) 


Os últimos dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA) indicam que as dormidas na ilha Terceira desceram 6,4% de janeiro a maio, apesar de uma recuperação nesse último mês.
Foram contabilizadas as dormidas nos hotéis, nas unidades de turismo em espaço rural e no alojamento local
No período de janeiro a maio deste ano, quando comparado com o mesmo período do ano anterior (período homólogo),Terceira, Santa Maria e o Corvo foram as três únicas ilhas do arquipélago a registar descidas.
Nos Açores, a subida de janeiro a maio foi de 16,2% e, apenas referente a maio, de 12,7%. Em todo o arquipélago, foram 878,1 mil dormidas de janeiro a maio.
Quando se compara apenas maio deste ano com maio de 2019, a Terceira surge com mais 9% de dormidas.
"De janeiro a maio, as ilhas da Graciosa, de São Miguel, das Flores, de São Jorge, do Pico e do Faial apresentaram variações homólogas positivas, respetivamente de, 30,5%, 23,5%, 17,7%, 8,1%, 6,9% e 6,1%", precisa o SREA.
Na Terceira, o alojamento local viu as dormidas descerem 8,3% em maio, mas a tendência nos primeiros cinco meses do ano é positiva, com mais 11,1% de dormidas.
Já nas unidades hoteleiras tradicionais houve mais 15,2% de dormidas em maio, mas de janeiro a maio (comparação com o período homólogo de 2018) a descida foi de 9,7%.
Santa Maria tem menos 5,6% dormidas. O SREA indica que a ilha do Corvo "não tem dados do alojamento local divulgados de janeiro a abril de 2018, logo não é comparável com a informação de 2019".
No que diz respeito apenas às dormidas na hotelaria tradicional, o Corvo apresenta menos 44,5 % de dormidas de janeiro a maio deste ano. Contudo, de acordo com contas feitas por Rafael Cota, autor do blogue "Números e Números" e baseadas nos valores que têm vindo a ser disponibilizados pelo SREA, a quebra no Corvo não irá além dos 2,1%.
São Miguel já concentra mais de 70 por cento das dormidas da Região (73,1%). Seguem-se a Terceira com 120,2 mil dormidas (13,7%), o Faial com 47,6 mil dormidas (5,4%), bem como o Pico com 30,6 mil dormidas (3,5%)
Rafael Cota, jornalista, também sublinha esta tendência. "No conjunto dos Açores, muito pelo peso de S. Miguel, regista-se um resultado positivo, não se confirmando, para já, o receio de que a atividade nos Açores estabilizasse face ao ressurgimento de destinos de sol e Praia como o Egito, Turquia ou Tunísia, com espaços muito atrativos e preços concorrenciais. No total dos Açores, as receitas do turismo, nestes primeiros cinco meses do ano atingiram 30 milhões de euros, mais 11% do que o ano passado", adianta.
Segundo os valores agora divulgados pelo SREA, em termos de proveitos totais por ilha, a Terceira surge com uma ligeira descida, de 3%, de janeiro a maio. Os proveitos por aposento descem 3,7%.
Cinquenta e cinco por cento dos turistas que chegam aos Açores são portugueses. Os principais mercados emissores estrangeiros são os EUA, Canadá e Alemanha.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Taxa de Inflação

Taxa de inflação volta a descer
A taxa de variação média dos últimos doze meses, terminados em junho, desceu para 0,20%.Para essa diminuição, no mês de Junho, contribuíram, as classes de produtos alimentares não transformados; bebidas não alcoólicas e vestuário e calçado. A taxa de inflação nacional foi de 0,87%.

terça-feira, 9 de julho de 2019