quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Actividade Económica


terça-feira, 31 de julho de 2018

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Economia de novo em queda sem perspetivas de empregos nos sectores tradicionais.


A atividade económica dos Açores apresenta uma tendência decrescente, iniciada em meados de 2016, se prolongou por 2017 e, embora de forma menos acentuada, ainda se verifica no primeiro semestre de 2018, sem que a dinâmica do turismo e dos serviços seja capaz de compensar.
O indicador da atividade económica elaborado pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores, agora distribuído, ilustra esse fenómeno que é comprovado, também, pelos indicadores do seu boletim trimestral.
Este fenómeno – que nasce já depois da superação de alguns efeitos da crise -- começou a verificar-se em finais de 2016, com descidas na produção de leite e da captura de peixe e prosseguiu depois em 2017 com uma quebra no abate de bovinos e suínos e na redução nas exportações de carne, peixe fresco e conservas.
Como já se previa, o aumento da atividade turística, trouxe um refrescamento em vários sectores e fez movimentar dinheiro, mas não trouxe um correspondente aumento de riqueza, dado que o turismo tem um valor acrescentado bruto reduzido em quase todas as áreas e os funcionários têm salários baixos na maioria das atividades relacionadas com o setor. Acresce que este ano, os números do turismo têm-se revelado menos animadores.
Do ponto de vista prático esta diminuição ou estagnação da economia e consequentemente do PIB tem algumas vantagens porque mantém a Região dentro dos parâmetros para não perder os apoios comunitários (PIB inferior a 75% da média da EU).
Mas, o facto, é que olhando para o quadro geral, a economia açoriana passa por alguns constrangimentos. A agricultura e a construção civil estão limitadas, a agropecuária, em consequência das restrições  impostas pelas fábricas, pelos elevados custos dos fatores de produção e pela manutenção do preço do leite ao produtor; a construção porque continua com poucos trabalhos e sem grandes folgas de ganhos. Logo não apresentam condições para criar novos postos de trabalho nos próximos anos.
Ainda recentemente, o Presidente da AICOPA, Pedro Marques, dizia que “o 1º Semestre de 2018 na Construção é o pior dos últimos 10 anos” (“Diário dos Açores” de 18 de Julho). Na pecuária prevêem-se grandes prejuízos devido à seca que se registou este ano, que vem agravar a situação no sector.
A nível nacional prevê-se um crescimento da construção, no corrente ano, de cerca de 4,5 % (embora ligeiramente inferior ao ano anterior), decorrente da construção de edifícios residenciais e da reabilitação urbana . Esse fenómeno não parece ter grande expressão nos Açores.
O turismo, apesar de já não apresentar o crescimento que se registou no início, ainda tem algum espaço de crescimento, mas os funcionários que saem da agropecuária e da construção civil, de um modo geral, não têm lugar no turismo a não ser com um longo período de formação.
Portanto, o crescimento do emprego terá de surgir em novos sectores ou em alteração de conceitos nos atuais sectores, aproveitando outras áreas da agricultura e da indústria que possam ser rentáveis na exportação ou na utilização na restauração e no consumo local. É um trabalho, que na opinião de muitos, já devia ter tido um impulso mais vigoroso, mas o discurso oficial e a aposta dos lavradores ainda continua a ser no sentido de utilizar animais de grande produção, que aliás se promove nos concursos em feiras agrícolas e os lavradores continuam a aumentar a produção para compensar as quebras no preço do leite
Se o crescimento da economia, não é por si só um problema, de resto acontece também a nível nacional (o banco de Portugal prevê para o corrente ano a nível nacional um crescimento da economia de 2,3%), já a criação de emprego será um problema mais difícil de ultrapassar, uma vez que não parece haver saída nos sectores tradicionais.
Só mesmo com apostas em novas áreas.

Texto e gráfico: Rafael Cota
Para “ Diário dos Açores”

domingo, 15 de julho de 2018

sábado, 14 de julho de 2018

terça-feira, 19 de junho de 2018

Exportações para o estrangeiro crescem 8%

As exportações dos Açores para fora
do país atingiram, de Janeiro a Abril,
um valor de 28 milhões de euros, o que
representa um acréscimo relativamente
a igual período do ano de 2017 de
8,1 % e dizem respeito, na sua maior
parte, ao comércio de carne, peixe e
conservas.
O crescimento verificado é semelhante
ao que se verificou no total do
ano passado.
No total do ano de 2017 as exportações
atingiram 91 milhões de euros.
Este ano, se continuar neste ritmo,
poderá chegar aos 100 milhões.
As vendas para o exterior servem
para compensar as importações, que
nestes primeiros 4 meses representaram
36 % das aquisições fora do país,
um cenário que tem vindo a ser favorável,
nos últimos tempos, nesta balança
comercial com o exterior.
Os maiores volumes de exportação
dos Açores são em carne, peixe fresco,
conservas, bebidas e tabaco.
Nas importações os valores mais
significativos são produtos agrícolas e
produtos das indústrias alimentares,
de bebidas e de tabaco.

Texto e gráfico de Rafael Cota/
Exclusivo Diário dos Açores

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Comercialização de produtos lácteos rendeu 300 milhões de euros


A comercialização de produtos lácteos, incluindo as vendas nos Açores, no continente português e as exportações, rendeu, em 2017, cerca de 300 milhões de euros, sendo que a maior fatia do rendimento provém do queijo e da manteiga. Juntam-se ainda outros produtos, designadamente, iogurtes, natas e soro, que pouco contam em termos de volume e o leite em pó que representa cerca de 16 mil toneladas, mas que tem um valor muito baixo.
A maior parte destas vendas é destinada ao continente português, totalizando 167 mil toneladas, enquanto para os países estrangeiros apenas saem, cerca de 6 por cento. No primeiro trimestre de 2018 a comercialização de produtos lácteos diminuiu ligeiramente, mas as receitas aumentaram, em particular a manteiga que rendeu mais 28%, mas face ao cenário pressente, é pouco provável que os valores globais se alterem.
Há muito que este quadro é conhecido, isto é, as vendas mais significativas vão para o continente português e os produtos com maior rendimento são o queijo e a manteiga.
Também há muito que se coloca em causa a produção de leite em pó, que tem um rendimento muito pequeno, cerca de 2,53 euros o Kg, tendo ainda que ter em conta o custo da energia para a sua transformação. É metade o valor da manteiga e do queijo. Desde há muitos anos que a Região transforma em leite em pó entre 16 mil e 18 mil toneladas, uma quantia que representa hoje à volta  de 7%, uma vez que a produção total de leite praticamente duplicou nos últimos 20 anos.
Naturalmente que a produção de leite em pó se justificará para dar resposta aos picos de produção e porque se trata de um produto com maior tempo de validade, mas representa muito pouco em termos de valor acrescentado.
Mas estas contas vão ter de ser equacionadas agora que se fala numa redução dos apoios à lavoura e portanto indústria e produtores terão que de por mais este elemento no prato da balança, juntamente com outros que têm vindo a penalizar os lavradores, designadamente o custo das rações, dos adubos e dos combustíveis.
O facto é que, apesar de todas as indicações no sentido de reduzir a produção de leite, os lavradores continuam a produzir cada vez mais, de 2016 para 2017 a produção de leite cresceu cerca de 1,5 % e nos primeiros três meses do corrente ano já aumentou 3,1%.
Resta saber se este aumento vai para produtos com maior valor, ou se vai ser transformado em leite em pó que tem um rendimento quase nulo. Há quem afirme que para muitas lavouras, que produzem com grande recurso às rações, muito do leite produzido já não paga os custos, reforçando a ideia de que está na altura de remodelar a agropecuárias, com vacas mais pequenas, privilegiando o uso da pastagem, com menor produção mas também com menor custos.
De resto algumas fábricas já começaram a penalizar os lavradores que ultrapassam determinados limites de produção, mas o discurso oficial continua no sentido de aumentar a produção de leite, com a justificação de serve para compensar o menor rendimento do preço do leite.
Está na altura de fazer ser realista, mudar os conceitos e incentivar, de forma ainda mais intensa a produção de carne e a produção de hortícolas, que podem criar mais empregos e beneficiarão do mercado alargado na restauração, em função do aumento dos turistas.
Mantendo como base a produção de leite, uma nova agricultura modernizada e eficiente, poderá inclusivamente ter interesse no mercado estrangeiro – como já tem a floricultura – aproveitando a imagem que os produtos da marca Açores que já se notabilizaram em muitos setores do continente.


Publicado no "Diário dos Açores" de 13 de Junho de 2018

Inflação


segunda-feira, 11 de junho de 2018

domingo, 3 de junho de 2018

Corvo tem o PIB mais elevado dos Açores e São Miguel mais RSI

 Corvo tem o PIB mais elevado dos Açores e São Miguel mais RSI

No imaginário dos açorianos, há ilhas que têm sido privilegiadas e, portanto, fontes de maior riqueza e outras que têm sido esquecidas, logo mais pobres e com menos rendimentos.
O próprio discurso popular e político frequentemente se refere às ‘ilhas grandes’ e ‘ilhas pequenas’, percebendo-se claramente que não se referem apenas ao tamanho geográfico mas também à sua dimensão económica.
O fenómeno é sentido entre várias ilhas e, por vezes, dentro da própria ilha, quando tem mais de um concelho, mas todas apontam S. Miguel como a ilha com mais investimentos e com mais poder político e económico.
Os números, porém, não confirmam essa ideia.

S. Miguel com as maiores percentagens de RSI

O PIB per capita em S. Miguel não é muito superior ao das outras ilhas - e nem sequer é o mais elevado - e são os concelhos de S. Miguel onde se registam as percentagens mais elevadas de beneficiários do RSI (ainda recentemente se ficou a saber que esse número tem vindo a crescer, não estando esse aumento incluído no gráfico que se publica).
A ideia de que S. Miguel é a ilha com mais poder económico e mais investimento, vem de longa data.
Antes mesmo da autonomia, os terceirenses queixavam-se de que S. Miguel lhes tinha roubado as fábricas do açúcar e do álcool e, depois da autonomia, a ideia volta a sentir-se quando, depois de feitos os portos e outros investimentos estruturais nas ilhas pequenas, os investimentos se voltaram para S. Miguel que, na altura, tinha sido visivelmente penalizada.
Depois, essa ideia foi-se desvanecendo, muito pelo contributo das viagens de jovens que passaram a percorrer as ilhas nas competições desportivas e da generalização das viagens aéreas de membros e funcionários do Governo.
Mas, recentemente, com o crescimento do turismo, onde S. Miguel surge naturalmente com números de visitantes muito acima das outras ilhas e com a operação das low cost, praticamente apenas no aeroporto de Ponta Delgada, a questão volta a levantar-se.
A vincar este cenário, surge a passagem de cruzeiros no porto de Ponta Delgada, com eco especial nos dias em que passaram 5 e 4 barcos, acompanhando-se essas notícias de fotografias e imagens em que se vincava a espectacularidade do cenário e do número de pessoas nas ruas de Ponta Delgada e nos pontos turísticos mais importantes da ilha.

Diferenças com Terceira

Há que reconhecer que o cais construído no porto de Ponta Delgada foi uma obra feliz, quer do ponto de vista estético, criando uma paisagem construída apelativa e foi também uma obra funcional, porque os turistas desembarcam praticamente no centro da cidade, ou têm os autocarros logo à saída, que os levam a passeios onde enchem os olhos e as máquinas fotográficas de paisagens magníficas. Tem tudo para funcionar.
Ora, os terceirenses acham que esse movimento teria sentido, também, pelo menos em parte, em Angra do Heroísmo, podendo oferecer-se o facto de ser cidade Património Mundial e ter também paisagens e lugares de interesse turístico únicos como o Algar Carvão.Tanto mais que a determinada altura chegou a ser prometida a construção de um cais de cruzeiros na cidade, embora poucos acreditassem ser possível e o tempo veio a comprovar que não passou de uma promessa.
Há sugestões no sentido de utilizar o antigo cais de combustíveis dos americanos na Praia da Vitória, mas pouco consistentes e sem garantia de ser uma boa solução.

Porque S. Miguel não tem o PIB mais elevado?

Mas, afinal o que faz com que S. Miguel não tenha um PIB mais elevado e porque tem o maior número de beneficiários do RSI?
Na verdade, quando se fala de S. Miguel em termos económicos e desenvolvimento, fala-se de Ponta Delgada e um pouco da Ribeira Grande, todos os restantes concelhos são mais pobres e têm menos recursos do que muitas das ditas ilhas pequenas.
Ponta Delgada é sede do Governo e vale pelo número de funcionários públicos, as restantes actividades, que poderiam ser fonte de riqueza, empresas públicas e privadas, apesar da sua dimensão, estão a passar dificuldades financeiras e por tal, a sua participação na economia foi ficando reduzida.
Naturalmente que, do mesmo modo a quebra na construção e na indústria foi mais evidente em S. Miguel e fez com que mais gente ficasse sem emprego e mais famílias tenham de recorrer ao RSI.
Acresce que S. Miguel é historicamente uma ilha de grandes desigualdades sociais e com situações de pobreza que já se faziam sentir antes da crise.
A Terceira, por outro lado, teve sempre uma economia socialmente mais equilibrada e durante os anos em que houve emprego na Base das Lajes existia um grande número de trabalhadores com vencimentos acima da média, constituindo um rendimento significativo, com a particularidade de ser dividido por quase todas as freguesias.
Todos os dias vários autocarros transportavam várias dezenas de trabalhadores de quase todas as localidades.
Essa situação contribuiu para esse equilíbrio.
Finalmente, as festas da Terceira - que tanto se critica -, são um importante suporte da economia da ilha, enquanto conseguem fazer movimentar diversas actividades e animam o comércio em diversas áreas. E não são apenas as festas das localidades, são também as festas das cidades de Angra e da Praia que movimentam quantias apreciáveis de dinheiro nos mais diversos sectores.
Apesar dos números, as pessoas não ficam convencidas e continuam a achar que o Governo e outras entidades privilegiam de forma muito evidente a ilha de S. Miguel e cada vez mais se afirma que se está muito longe do desenvolvimento harmónico que se preconizava.
Isto acontece, também, porque o discurso não é o adequado e porque as pessoas que têm poder de decisão conhecem mal as ilhas.
Vêem-nas sempre através dos filtros dos dirigentes, mas desconhecem o que as pessoas realmente pensam.

Texto de Rafael Cota

sexta-feira, 1 de junho de 2018

(Publicado no "Diário dos Açores" de 27 de Maio)
 População empregada aproxima-sedos valores de há dez anos


A população empregada nos Açores,
só agora, se aproxima dos valores
que existiam há 10 anos atrás, uma
situação que é consequência da crise,
mas também do novo quadro nos
sectores que tradicionalmente eram
os criadores de emprego.
No gráfico que se publica, referente
ao total da população empregada,
a curva mostra claramente a descida
da população empregada a partir de
2008 e a recuperação depois de 2013,
para a qual contribuiu significativamente
o sector do turismo, a partir
da liberalização das ligações aéreas.

Turismo absorve
mas ainda é muito sazonal

Essa curva ascendente foi interrompida
no primeiro trimestre do
corrente ano, também, em grande
parte por causa do turismo e serviços,
sinal de que estes sectores ainda têm
uma faixa significativa de empregos
sazonais.
Esse efeito é visível nos gráficos,
quer no que representa o total da
população empregada, quer no que
se refere em particular ao sector do
turismo, onde se regista uma descida
apreciável, depois de, nos anos anteriores,
se terem criado mais de mil
postos de trabalho.
Este fenómeno pode estar relacionado
com alguma prudência dos empresários,
uma vez que o turismo não
crescerá sempre com as taxas que se
têm vindo a registar e, porventura,
também, por falta de qualificação dos
funcionários.
Mas a razão mais provável é que
o sector ainda apresenta uma visível
sazonalidade.

Recuperação depois da crise

Certamente que a época alta trará
nova vaga de visitantes e voltarão a
surgir novos lugares no turismo e atividades
similares, recuperando, certamente,
os valores anteriores.
Mas o fenómeno mais curioso é
que só agora se estão a retomar os
valores de 2008 que foram perdidos
com a crise.
A curva do gráfico mostra que a
população empregada chegou a cair
para os 97 mil, depois foi crescendo
mas, apesar da recuperação de alguns
sectores, no 1º trimestre de 2018, ainda
não tinha atingido os valores de há
dez anos atrás.
Outro fenómeno que caracteriza
atualmente a população empregada é
a exigência de formação que se coloca
para determinadas funções.
Apesar do número de desempregados
os empresários continuam a
afirmar que têm falta de trabalhadores
em determinadas áreas.

Há um novo quadro
na população empregada
nos Açores

Na realidade, durante muito tempo
o crescimento do emprego foi assegurado
pela Função Pública, num determinado
nível, e noutro patamar na
agricultura e na construção, que iam
servindo de “tampão”, assegurando
alguns postos de trabalho evitando
que surgissem grandes perturbações
sociais e sem grandes alterações nos
indicadores do trabalho.
Agora ambos os sectores – agricultura
e construção - estão em crise
e portanto essa complementaridade
deixou de ser verificar.
A função pública também dificilmente
poderá crescer, pelo contrário
a tendência é ser objeto de uma
reestruturação.
Mesmo a inclusão das empresas
públicas não representará um significativo
aumento no sector, já que são
empresas com poucos funcionários.
Em síntese, há um novo quadro na
economia da Região onde só empreendimentos
em novos sectores poderão
criar empregos.
Um deles é, naturalmente, o turismo,
que tem capacidade de criar
empregos directos e de potenciar empreendimentos
em sectores similares
como já está a acontecer em diversas
áreas dos serviços, mas não será suficiente,
porque o turismo não vai crescer
sempre. Vai estabilizar.
Não será, portanto, suficiente para
fazer crescer a população empregada.

Há que remodelar de forma mais
profunda vários sectores, desde logo
a agricultura - que continuará a ser o
sector mais sólido da economia, face
às condições favoráveis das ilhas.

Remodelar o sector

Mas, será necessário proceder a
uma grande remodelações no sector,
complementando com a produção de
carne, de forma ainda mais significativa
e com a agricultura em escala
que possa ser rentável e consiga abastecer
as grandes superfícies e fornecer
localmente os restaurantes a preços
competitivos, produtos que possam
ser consumidos pelos turistas, o que
corresponderá uma forma de exportação
muito significativa.
Será necessário melhorar o transporte
marítimo e aéreo de mercadorias
entre as diversas ilhas para que
existir um mercado interno mais eficiente
e com menos custos.
Muitas das medidas para alargar a
criação de empregos, não resultarão
apenas da injecção de dinheiros e da
concessão de subsídios, mas da mudança
de conceitos.


Texto e gráficos de Rafael Cota
Para “Diário dos Açores”

quarta-feira, 30 de maio de 2018

sexta-feira, 18 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de maio de 2018