segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Indicador de Actividade Económica (IAE) - Açores


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Inflação


segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

domingo, 29 de dezembro de 2019

Contas Regionais - 2018

 
PIB nos Açores cresce menos que a média nacional



O PIB dos Açores registou, em 2018, uma taxa de crescimento real de 2 %, superior ao verificado em 2017, que foi de 1,7%, mas inferior à média do país se situou nos 2,4%.

Os dados das contas regionais agora divulgados pelo SREA têm como referência uma nova base, a base de 2016, que substitui a base 2011. Assim, neste novo quadro, a taxa de evolução real do PIB dos Açores em 2018 (2%) apenas foi superior às taxas de crescimento das regiões da Madeira (0,6%) e do Alentejo (1,0%). As restantes regiões estatísticas apresentam aumentos superiores, o Norte com 2,9%, a Região, a taxa de crescimento mais alta, seguindo-se Lisboa (2,6%), o Algarve (2,4%) e o Centro (2,2), como mostram os gráficos que se publicam junto.

Todavia, segundo os mesmos dados, em 2018, a região dos Açores foi a única que registou aceleração relativamente ao ano anterior, todas as outras regiões apresentam desaceleração em 2018.

O valor do PIB dos Açores de 2017, a preços correntes, é estimado, pelo INE, em 4.111 milhões de euros e em 2018 em 4.262 milhões, sendo o PIB per capite de 17,5 mil euros, o que significa um aumento de 4,2%.

O PIB per capite na Região é inferior ao valor registado na Madeira (19,2 mil euros), à média do país (19,8 mil euros) e à região de Lisboa, que é o mais elevado (22,8 mil euros por habitante).

Os dados agora divulgados são definitivos, relativamente a 2017 e provisórios relativamente a 2018. Os valores relativos às contas de 2019 sairão, como habitualmente,  no final do próximo ano. Tendo em conta os dados que têm sido divulgados, não se perspetiva um resultado muito melhor.



Contexto nacional e europeu

Os Açores mantêm, em 2018, o índice de 88,3 pontos da média nacional, igual a 2017, mas inferior ao ano de 2016 que foi de 90.  Apresentam divergência a  Madeira (-1,7 pontos  percentuais), Lisboa  (-0,6 p.p.)  e  o Alentejo  (-1,2 p.p.). Registam convergência a região do Algarve (1 p.p.), o Centro (0,2 p.p.) e o Norte (0,4 p.p.). O Índice Açores (88,3) continua superior aos Índices do Norte (85) e Centro (86,7)



Relativamente à média da União Europeia, (UE28), verifica-se que em 2018 os Açores apresentam uma muito ligeira convergência, passando de 67,7 p.p em 2017 para 67,8 p.p. em 2018. O Índice dos Açores é superior ao das regiões do Norte (65,2) e do Centro (66,6), enquanto o país se encontra com 76,8.

No mesmo ano de 2018, apresentam divergência com a U.E., as regiões da Madeira (-1,2 p.p.), do Alentejo (-0,8 p.p.) e de Lisboa (-0,2 p.p.).










quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Indicador de Actividade Económica (IAE) - Açores


PIB Açores - 2018

Novos dados do INE e do SREA

PIB nos Açores cresce menos
que a média nacional



(Publicado no Diário Insular de 19 de Dezembro)


O PIB - Produto Interno Bruto dos Açores registou, em 2018, uma taxa de crescimento real de 2 %, superior ao verificado em 2017, que foi de 1,7%, mas inferior à média do país, que se situou nos 2,4%.

Os dados das contas regionais agora divulgados pelo SREA - Serviço Regional de Estatística dos Açores têm como referência uma nova base, a base de 2016, que substitui a base 2011.
Assim, neste novo quadro, a taxa de evolução real do PIB dos Açores em 2018 (2%) apenas foi superior às taxas de crescimento das regiões da Madeira (0,6%) e do Alentejo (1,0%).
As restantes regiões estatísticas apresentam aumentos superiores - o Norte com 2,9%, a Região com a taxa de crescimento mais alta, seguindo-se Lisboa (2,6%), o Algarve (2,4%) e o Centro (2,2), como mostram os gráficos que se publicam junto e que são da autoria do jornalista Rafael Cota, que também os analisa neste texto.
Todavia, segundo os mesmos dados, em 2018, a região dos Açores foi a única que registou aceleração relativamente ao ano anterior. Todas as outras regiões apresentam desaceleração em 2018.
O valor do PIB dos Açores de 2017, a preços correntes, é estimado, pelo INE, em 4.111 milhões de euros e em 2018 em 4.262 milhões, sendo o PIB per capita de 17,5 mil euros, o que significa um aumento de 4,2%.
O PIB per capita na Região é inferior ao valor registado na Madeira (19,2 mil euros), à média do país (19,8 mil euros) e à região de Lisboa, que é o mais elevado (22,8 mil euros por habitante).
Os dados agora divulgados são definitivos relativamente a 2017 e provisórios relativamente a 2018. Os valores relativos às contas de 2019 sairão, como habitualmente, no final do próximo ano. Tendo em conta os dados que têm sido divulgados, não se perspetiva um resultado muito melhor.

Convergência nacional
pior do que em 2016

Os Açores mantêm, em 2018, o índice de 88,3 pontos da média nacional, igual a 2017, mas inferior ao ano de 2016, que foi de 90. 
Apresentam divergência em relação à  Madeira (-1,7 pontos  percentuais), Lisboa  (-0,6 p.p.)  e  o Alentejo  (-1,2 p.p.).
Registam convergência com as regiões do Algarve (1 p.p.), Centro (0,2 p.p.) e Norte (0,4 p.p.). O Índice Açores (88,3) continua superior aos Índices do Norte (85) e Centro (86,7)
Relativamente à média da União Europeia, (UE28), verifica-se que em 2018 os Açores apresentam uma muito ligeira convergência, passando de 67,7 p.p em 2017 para 67,8 p.p. em 2018.
O Índice dos Açores é superior ao das regiões do Norte (65,2) e do Centro (66,6), enquanto o país se encontra com 76,8.
No mesmo ano de 2018, apresentam divergência com a U.E. as regiões da Madeira (-1,2 p.p.), do Alentejo (-0,8 p.p.) e de Lisboa (-0,2 p.p.).

Rendimento per capita
cresce abaixo do país
 Com as contas regionais, o INE divulgou, igualmente, o Rendimento Disponível Bruto das famílias das regiões, verificando-se que em 2017 as famílias dos Açores tiveram um RDB - Rendimento Disponível Bruto per capita de 12.547 euros, enquanto a média nacional foi de 12.773 euros, o que significa que em 2017 as famílias dos Açores tiveram um aumento de rendimento per capita de 3,0%, enquanto a média nacional cresceu 3,5%

sábado, 14 de dezembro de 2019

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

sábado, 7 de dezembro de 2019

Poder de compra


Estes dados foram objeto de análise de Osvaldo Cabral no jornal "Diário dos Açores" de 3 de Dezembro, com o título "A ilha das assimetrias e da pobreza".

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Taxa de Inflação

A taxa de variação média dos últimos doze meses, terminados em outubro, do Índice de Preços no Consumidor subiu para 0,26%.
Contribuíram para essa subida as classes Bebidas alcoólicas, restaurantes e transportes.

As variações médias negativas registaram-se no vestuário e calçado e comunicações.

Agora regista-se um crescimento do índice de preços no consumidor nos Açores, enquanto no conjunto do país está a descer.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

População empregada




Atividade económica



Analisando os dados, distribuídos pelo SREA, relativos à população empregada, verifica-se que, no 3º trimestre, os dados estimados indicam um valor de 116.373 trabalhadores, sendo o maior número, desde o 1º trimestre de 1985,  apresentando aumentos de 3,1% relativamente ao trimestre homólogo e de 1,2% em relação ao trimestre anterior. 


Por setores, verifica-se que no sector primário -- Agricultura e Pescas -- o emprego apresenta acréscimos nas duas comparações (2,5% homóloga e 3,1% trimestral). 

No sector secundário (que inclui a indústria e a construção) o emprego cresce, igualmente, quer em termos homólogos (14,2%) quer em termos trimestrais (10,3%).


De referir, neste sector, o subsector da construção com aumentos de 7,8% homólogo e 10,9% trimestral, sinal que que se regista uma aceleração. 


No sector dos serviços, o emprego aumenta relativamente ao trimestre homólogo (0,7%) e diminui na comparação com o trimestre anterior (1,1%). 


De registar neste sector a diminuição da administração publica designadamente na área da educação.

O turismo, neste trimestre registou um crescimento de 7,6%, mas tem tido uma evolução pouco regular, certamente em consequência da sazonalidade.








quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Taxa de desemprego


Taxa de desemprego diminui nos Açores mas é a mais elevado do país
A taxa de desemprego nos Açores, no 3º trimestre de 2019, foi de 7,3%, inferior em 1,4 pontos percentuais relativamente ao do trimestre homólogo e 0,9 p.p. em relação ao trimestre anterior segundo dados distribuídos pelos SREA. Esta taxa é a menor desde o 1º trimestre de 2011, mas é a mais elevada de todas as regiões do país.
A nível nacional, a taxa de desemprego é de 6,1%, uma diminuição de 0,2 p.p. comparando com o trimestre anterior e de 0,6 p.p. relativamente ao trimestre homólogo.
Neste trimestre, a diminuição da taxa de desemprego diminuiu mais nos Açores do que no conjunto do país.
População empregada
A população empregada no 3º trimestre é estimada em 116.373 trabalhadores sendo o maior valor da população empregada estimada, pelo Inquérito ao Emprego, desde o 1º trimestre de 1985, e apresentando aumentos de 3,1% (mais 3.480 trabalhadores) relativamente ao trimestre homólogo e de 1,2% (mais 1.394 empregos) em relação ao trimestre anterior.



terça-feira, 5 de novembro de 2019

Exportações


Dados dos Açores de janeiro a agosto

Exportações crescem em flecha importações caem a pique


(Publicado no "Diário Insular e "Diário dos Açores")





O valor das exportações dos Açores para o exterior, de Janeiro a Agosto, registou um crescimento de 27%, estimando-se que até ao final do ano, mantendo-se o mesmo padrão, atinja 117 milhões de euros, um valor que só foi ultrapassado em 2013.

Este aumento é patente em quase todos os produtos habitualmente exportados da Região. A venda de peixe fresco cresceu cerca de 18 milhões de euros, mais 25% que em igual período do ano passado e na indústria transformadora, onde as conservas têm um peso significativo, já se atingiram 25 milhões de euros, de igual modo mais 25% que no ano passado. Até a saída de carne bovina passou de cerca de 4 milhões de euros (valores até junho) para 5 milhões, mais 29%.

As importações, embora superiores às exportações, diminuíram quase 40 %. A diminuição nas importações feitas pela Região foi mais notória nos produtos transformados.



Exortações diminuem no país



A nível nacional, depois dos crescimentos significativos nos últimos anos, da ordem dos 10% e dos 5%, este ano, de Janeiro a Agosto, o valor cresceu apenas 2,1%,

Ao contrário as importações feitas por Portugal ao estrangeiro cresceram 7,4%

Só no mês de agosto, o défice da balança comercial, no conjunto do país, atingiu 1 638 milhões de euros, o que representa uma diminuição do défice de 78 milhões de euros face ao mesmo mês de 2018.

As principais exportações de Portugal são de produtos agrícolas e derivados e  os países de destino são, principalmente, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos